ETFs de renda fixa ganham espaço na gestão de caixa das empresas
Estratégia busca unir liquidez e eficiência tributária para recursos temporários em carteira.

A gestão de caixa de empresas e investidores tem buscado alternativas mais eficientes para alocar recursos que precisam manter liquidez imediata. Nesse cenário, os ETFs (Exchange Traded Funds) de renda fixa ganham relevância ao oferecerem uma estrutura que combina praticidade operacional com a possibilidade de otimização tributária.
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Diferente de aplicações tradicionais, os ETFs de renda fixa são negociados diretamente na Bolsa de Valores, permitindo liquidação em D+1. Essa característica operacional facilita o fluxo de caixa para companhias que necessitam de agilidade para rebalancear posições ou aguardar novas alocações de capital sem comprometer a disponibilidade dos valores.
Um dos diferenciais competitivos dessa modalidade reside na tributação. O Imposto de Renda é calculado com base no prazo médio da carteira do fundo, e não pelo tempo de permanência do investidor no ativo. Essa estrutura possibilita, em determinados casos, o enquadramento na alíquota mínima de 15%, trazendo maior previsibilidade para o planejamento financeiro corporativo.
O mercado brasileiro tem visto a expansão de produtos específicos, como o LIQB11, gerido pelo BTG Pactual, instituição financeira de grande porte. O ativo foca em títulos atrelados à Selic e inflação, visando equilibrar a baixa volatilidade com retornos competitivos frente aos juros de curto prazo, servindo como uma ferramenta defensiva para o caixa de empresas.
Com informações de moneytimes