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Economia

A estratégia de gestão que expandiu o Cirque du Soleil globalmente

Daniel Lamarre, ex-CEO da companhia, destaca o papel da criatividade e do planejamento estratégico na superação de crises e na escalabilidade de negócios.

Redação LeadSignal

Publicado · Atualizado · 1 min de leitura

A estratégia de gestão que expandiu o Cirque du Soleil globalmente

A criatividade, quando aplicada como ferramenta de gestão, é um diferencial competitivo essencial para a sobrevivência e expansão de empresas. Daniel Lamarre, vice-presidente executivo do conselho do Cirque du Soleil, companhia canadense do setor de entretenimento de grande porte, defende que a capacidade de inovar deve ser exercitada diariamente por líderes e equipes administrativas, e não apenas por profissionais das áreas criativas.

Durante sua gestão como CEO, Lamarre liderou a expansão da marca de quatro para 44 espetáculos simultâneos ao redor do mundo. O executivo destaca que o sucesso dessa escala global dependeu de uma transição do sonho para o plano de ação, com foco em conquistar mercados de forma gradual e estruturada.

Em momentos de crise severa, como o impacto da pandemia de covid-19 que reduziu o faturamento da empresa a zero em 2020, o pensamento criativo foi determinante para a manutenção do negócio. A decisão de investir os recursos remanescentes na presença digital da marca permitiu manter o engajamento do público e viabilizou a captação de novos investimentos para a retomada das operações.

Sobre a integração de novas tecnologias, Lamarre ressalta que a inteligência artificial não substitui a intuição e o propósito humano, funcionando como um suporte para processos decisórios. O executivo reforça que, para empreendedores, a tecnologia deve atuar como uma ferramenta de apoio, enquanto a liderança mantém a responsabilidade final sobre a estratégia e a visão de longo prazo do negócio.

Com informações de revistapegn.globo

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