Concessão do Parque Ibirapuera projeta faturamento de R$ 160 milhões em 2026
Administrado pela Urbia Parques desde 2020, o complexo diversifica receitas com eventos, patrocínios e gastronomia para sustentar investimentos.

A Urbia Parques, concessionária responsável pela gestão do Parque Ibirapuera, projeta um faturamento bruto de até R$ 160 milhões para o ano de 2026. O resultado esperado reflete uma estratégia de monetização que busca equilibrar a manutenção do patrimônio público com a exploração comercial de serviços, sem a cobrança de ingressos para os frequentadores.
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O modelo de negócio baseia-se na diversificação de fontes de receita, que incluem desde a operação de mais de 130 pontos de alimentação, entre quiosques e restaurantes, até a realização de eventos corporativos e culturais. Em 2025, o parque registrou um faturamento de R$ 150 milhões, impulsionado por um público recorde de 17 milhões de visitantes, consolidando a eficácia da gestão privada no complexo.
A estratégia de patrocínios tem sido um pilar central para a sustentabilidade financeira da operação. A concessionária firmou parcerias com marcas para a reforma e manutenção de equipamentos esportivos, como quadras de tênis, integrando a exposição de marcas a melhorias diretas na infraestrutura utilizada pelo público. Segundo a empresa, esses investimentos são essenciais para preservar o espaço, que possui tombamento histórico nas esferas federal, estadual e municipal.
Desde que assumiu a administração em outubro de 2020, a Urbia afirma ter destinado R$ 360 milhões em investimentos em melhorias e reformas, valor que não inclui a outorga fixa de R$ 70,5 milhões paga ao município. O contrato, com duração de 35 anos, prevê que a concessionária continue a explorar novas oportunidades de negócio para garantir a viabilidade econômica do parque, que se tornou um polo relevante para o mercado de eventos e entretenimento em São Paulo.
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